Não é a toa que a Justiça é
representada por uma deusa - Themis.
Traz, em uma das mãos, a espada, que é
a força do julgador, o poder que ele tem para decidir. Na outra, segura uma
balança, para que suas decisões sejam harmoniosas, para que não pesem demais,
nem de menos.
A deusa da Justiça é vendada não por
que é cega, mas por que não pode fazer acepção de pessoa. Deve ser racional e
justa. Negros e brancos, ricos e pobres, poderosos e humildes todos devem-lhe
submissão.
Pena que Themis é só um arquétipo, um
ideal.
Na vida real, a Justiça no Brasil é
capenga, preconceituosa, elitista: serve aos ricos, pune os pobres.

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