Legiao Urbana
"Aquilo que é impenetrável para nós existe de fato. Por trás dos segredos da natureza há algo sutil, intangível e inexplicável. A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender é a minha religião." CUIDADO LEITOR, AO VOLTAR ESTA PAGINA!!!!!!!!!!!!! Aqui dissipa-se o mundo visionário e platônico.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Aloha
Será que ninguém vê
O caos em que vivemos?
Os jovens são tão jovens
E fica tudo por isso mesmo
A juventude é rica, a juventude é pobre
A juventude sofre e ninguém parece perceber
Eu tenho um coração
Eu tenho ideais
Eu gosto de cinema
E de coisas naturais
E penso sempre em sexo, oh yeah!
...Todo adulto tem inveja, todo adulto tem inveja...
...Todo adulto tem inveja dos mais jovens...
A juventude está sozinha
Não há ninguém para ajudar
A explicar por que é que o mundo
É este desastre que aí está
Eu não sei, eu não sei
Dizem que eu não sei nada
Dizem que eu não tenho opinião
Me compram, me vendem, me estragam
E é tudo mentira, me deixam na mão
Não me deixam fazer nada
E a culpa é sempre minha,
E meus amigos parecem ter medo
De quem fala o que sentiu
De quem pensa diferente
Nos querem todos iguais
Assim é bem mais fácil nos controlar
E mentir, mentir, mentir
E matar, matar, matar
O que eu tenho de melhor: minha esperança
Que se faça o sacrifício
Que cresçam logo as crianças.
O caos em que vivemos?
Os jovens são tão jovens
E fica tudo por isso mesmo
A juventude é rica, a juventude é pobre
A juventude sofre e ninguém parece perceber
Eu tenho um coração
Eu tenho ideais
Eu gosto de cinema
E de coisas naturais
E penso sempre em sexo, oh yeah!
...Todo adulto tem inveja, todo adulto tem inveja...
...Todo adulto tem inveja dos mais jovens...
A juventude está sozinha
Não há ninguém para ajudar
A explicar por que é que o mundo
É este desastre que aí está
Eu não sei, eu não sei
Dizem que eu não sei nada
Dizem que eu não tenho opinião
Me compram, me vendem, me estragam
E é tudo mentira, me deixam na mão
Não me deixam fazer nada
E a culpa é sempre minha,
E meus amigos parecem ter medo
De quem fala o que sentiu
De quem pensa diferente
Nos querem todos iguais
Assim é bem mais fácil nos controlar
E mentir, mentir, mentir
E matar, matar, matar
O que eu tenho de melhor: minha esperança
Que se faça o sacrifício
Que cresçam logo as crianças.
RENATO RUSSO
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Vou comer o Dia e o delicado da Vida
Demasiadas palavras, fraco impulso de vida,
Travada a mente na ideologia,
E o corpo não agia como se o coração tivesse antes que optar entre o inseto e o inseticida...
Travada a mente na ideologia,
E o corpo não agia como se o coração tivesse antes que optar entre o inseto e o inseticida...
Sou mais a palavra ao ponto de entulho.
Amo arrastar algumas no caco de vidro, envergá-las pro chão, corrompê-las, - até que a ironia seja a expressão mais perfeita do pensamento.
Amo arrastar algumas no caco de vidro, envergá-las pro chão, corrompê-las, - até que a ironia seja a expressão mais perfeita do pensamento.
O que a memória ama, fica eterno.
Te amo com a memória, imperecível.
Te amo com a memória, imperecível.
Sempre quis um amor que não se incomodasse
Quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças.
Pois viver, é algo tão espantoso que sobra pouco tempo para qualquer outra coisa.
Quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças.
Pois viver, é algo tão espantoso que sobra pouco tempo para qualquer outra coisa.
Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente nas nossas mãos.
Sem senãos.
estivesse imensamente nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes
de chegar a esse céu se anunciasse.
de chegar a esse céu se anunciasse.
Mas... meu coração galinha não quer mais amarrar frustração.
É minha cara falar,
Abismo
| Vidas, fatos Peitos, vazios Pactos, verbos Suores, medos Escolhas, grilhões Vontades, gemidos Cérebros, cálculos Sentidos, miopias Reações, inércias Mentiras, sorrisos Cinismos, palavras Felicidades, suicídios Convulsões, promessas sentimentos, gramáticas Imposturas, caminhos Verdades, lágrimas Delírios, homens Futuros, vermes Ontens, cãibras Sonhos, pedras Razões, medos Erros, fins Nós, sós | |||
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